sexta-feira, 10 de outubro de 2008

E viva o Alegre!

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.

Com mãos se rasga o mar.
Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas masde mãos.
E estão no fruto e na palavraas mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpasas mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.

Ninguém pode vencer estas espadas:nas tuas mãos começa a liberdade.

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Infelizmente a liberdade não começou em mão alguma....

Pode ser que daqui a 10 anitos, com maioria absoluta, os senhores do poder voltem a ter "a oportunidade" e a vontade de mudar alguma coisa...

Até lá, acho que vou assistir a um concerto "oferta Magalhães", que isso sim é uma oportunidade única de fazer história.

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