We reached a point and
that's no return left
me and my harm I'm
sure, all the blood you can bet.
there's an hole and it's deep
colours now can diverge
from black to red and it's creep
we never had been so close to an edge.
We are losing our friends
I can count there's only five
and the only demand they are asking
is the thing that's keeping me alive
We are not going to do it
we made that our bond
but tonight I'm not going to beat
the desire that i feel is so strong
the lines that we make
will never never disappear
I hold the blade in my hand
my all body shakes we got fear
tonight we gonna break all the rules
me and my harm without any sound
we're fearless we have yet no clue
that those scars represent no proud.
16-04-2010 - Miúda do Armário
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
sábado, 14 de novembro de 2009
Utopia
Dizem que podemos falar
ameaçar,
mudar quem sabe o mundo.
Dizem que podemos intervir,
dirigir
inserir regras a que temos direito.
Mas na verdade somos fracos
a nada temos direito
e nem o pouco temos reservado.
somos inúteis.
escumalha suja da sociedade
filhos impuros e bastardos
de um mundo imerso em castidade
não falamos porque temos medo
e o medo é o nosso único direito
Vimos todos vestidos a preceito
para morrermos afogados em tanta perversidade
Somos a amargura desse pais indigesto
Somos filhos de um qualquer incesto
Somos a luta vencida,
a malta caída,
a malta perdida,
a malta há muito esquecida.
Não me venham dizer que antes era mau,
e que agora podemos falar
e que agora podemos ser livres.
Só é livre quem é igual,
só é livre quem se esconde atras do muro,
Só é livre quem se esconde no escuro,
bem no escuro,
do seu ser.
És um lixo
Não vales nada.
Tudo o que tentas fazer sai te pela colatera.
Ideias, liberdade, democracia é tudo utopia.
Se me dessem total democracia,
o discurso seria,
certamente diferente.
ameaçar,
mudar quem sabe o mundo.
Dizem que podemos intervir,
dirigir
inserir regras a que temos direito.
Mas na verdade somos fracos
a nada temos direito
e nem o pouco temos reservado.
somos inúteis.
escumalha suja da sociedade
filhos impuros e bastardos
de um mundo imerso em castidade
não falamos porque temos medo
e o medo é o nosso único direito
Vimos todos vestidos a preceito
para morrermos afogados em tanta perversidade
Somos a amargura desse pais indigesto
Somos filhos de um qualquer incesto
Somos a luta vencida,
a malta caída,
a malta perdida,
a malta há muito esquecida.
Não me venham dizer que antes era mau,
e que agora podemos falar
e que agora podemos ser livres.
Só é livre quem é igual,
só é livre quem se esconde atras do muro,
Só é livre quem se esconde no escuro,
bem no escuro,
do seu ser.
És um lixo
Não vales nada.
Tudo o que tentas fazer sai te pela colatera.
Ideias, liberdade, democracia é tudo utopia.
Se me dessem total democracia,
o discurso seria,
certamente diferente.
sábado, 6 de junho de 2009
A bela princesa triste
De vestido cor-de-rosa
Tem na mão a faca em riste
Que treme levemente nervosa
Olha para a janela
Espera o principe que não vem
E na mão a faca em riste
Vai cortando o ar de ninguém
Vai olhando para a paisagem verde
E a melancolia envolve a sua alma perdida
Pensa na sua morte
Pensa na sua vida
Sorri por fim
Vê a vida correr-lhe nos olhos
Sorri de novo
Deixa de ser material
Deixa de ser banal
E depressa o seu espirito flutua imortal
Vê do alto o seu corpo
Flutua por entre o mar dos danados
Que embalados
Vão cantando à sua passagem
De vestido cor-de-rosa
Tem na mão a faca em riste
Que treme levemente nervosa
Olha para a janela
Espera o principe que não vem
E na mão a faca em riste
Vai cortando o ar de ninguém
Vai olhando para a paisagem verde
E a melancolia envolve a sua alma perdida
Pensa na sua morte
Pensa na sua vida
Sorri por fim
Vê a vida correr-lhe nos olhos
Sorri de novo
Deixa de ser material
Deixa de ser banal
E depressa o seu espirito flutua imortal
Vê do alto o seu corpo
Flutua por entre o mar dos danados
Que embalados
Vão cantando à sua passagem
sábado, 9 de maio de 2009
O pato À lua
O pato À lua
Não consigo perceber
o que isto quer dizer
o teu espanto
o teu encanto
A soberania pujante da tua silhueta
a minha é preta
a tua é brilhante
brilha mais que o sol!
por isso duvido e,
Não consigo perceber
porque ainda andas a correr
atrás da minha.
Não consigo perceber
o que isto quer dizer
o teu espanto
o teu encanto
A soberania pujante da tua silhueta
a minha é preta
a tua é brilhante
brilha mais que o sol!
por isso duvido e,
Não consigo perceber
porque ainda andas a correr
atrás da minha.
domingo, 12 de abril de 2009
Sete de Janeiro
A Sara chorava
porque o mundo não parava
A Sara já não chora
porque as lágrimas se foram embora
E o mundo avançou
com pressa para sair
Mas ela não voou
e deixou-se cair.
E por ali andava ela
sem que ninguém desse por ela
E também ela morreu
porque não percebeu
que para o mundo parar,
ela tinha de avançar.
porque o mundo não parava
A Sara já não chora
porque as lágrimas se foram embora
E o mundo avançou
com pressa para sair
Mas ela não voou
e deixou-se cair.
E por ali andava ela
sem que ninguém desse por ela
E também ela morreu
porque não percebeu
que para o mundo parar,
ela tinha de avançar.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Poemas na rua estreita (3)
O caderno ( ou poema branco)
"O meu caderno está coberto de versos,
diversos,
todos eles, espalhados,
cantados,
em cima de mim.
Mas...
nenhum deles corresponde, no entanto,
e muito menos caracteriza, portanto,
a verdadeira agonia que me trespaça a alma..."
(10/02/09) M.D.A
"O meu caderno está coberto de versos,
diversos,
todos eles, espalhados,
cantados,
em cima de mim.
Mas...
nenhum deles corresponde, no entanto,
e muito menos caracteriza, portanto,
a verdadeira agonia que me trespaça a alma..."
(10/02/09) M.D.A
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Poemas na Rua estreita (2)
Orgulho
Bebi de mais
e tu nada fizeste
tentei falar-te
e tu nada disseste
onde anda o teu altruísmo?
algures perdido no teu egoísmo?
Estou mais que perdida
mas tu não queres saber
vou directa aos confins do inferno
mas para ti, nem que estivesse a morrer.
onde andas quando mais preciso?
porque apenas me dizes para ganhar juízo?
Cortei-me com a adaga do pessimismo
e tu apenas mudaste de rumo
entreguei toda a minha vida no abismo,
e tu desapareceste com o fumo
onde estás agora?
Porque te foste com a aurora?
( sei que não posso
tudo fiz para não poder
mas se a morte não me levar embora
quero-te de novo como outrora.
bem perto
para nao te perder... )
____
faço anos hoje
fiz asneira hoje
but....
life continues...
the hell with that! xD
Bebi de mais
e tu nada fizeste
tentei falar-te
e tu nada disseste
onde anda o teu altruísmo?
algures perdido no teu egoísmo?
Estou mais que perdida
mas tu não queres saber
vou directa aos confins do inferno
mas para ti, nem que estivesse a morrer.
onde andas quando mais preciso?
porque apenas me dizes para ganhar juízo?
Cortei-me com a adaga do pessimismo
e tu apenas mudaste de rumo
entreguei toda a minha vida no abismo,
e tu desapareceste com o fumo
onde estás agora?
Porque te foste com a aurora?
( sei que não posso
tudo fiz para não poder
mas se a morte não me levar embora
quero-te de novo como outrora.
bem perto
para nao te perder... )
____
faço anos hoje
fiz asneira hoje
but....
life continues...
the hell with that! xD
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Poemas Na Rua Estreita (1)
saio incólume
Bombas atómicas explodem com um cometa.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Mentiras e mártires na vida selecta.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Pedras destroem a casa do poeta.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Pessoas matando para chegar à meta.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Pessoas que passam deixam-me alerta.
Mas nada me afecta
Nada me afecta.
Pessoas morrendo para chegar a Meca.
Nada me afecta
Nada me afecta.
A avó protegendo a sua neta.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Tudo à minha volta cai e desmonora-se,
Mas nada me afecta
Nada me afecta.
Sorrio porque sei que tudo vai e melhora,
e nada me afecta
nada me afecta.
___
Bombas atómicas explodem com um cometa.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Mentiras e mártires na vida selecta.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Pedras destroem a casa do poeta.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Pessoas matando para chegar à meta.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Pessoas que passam deixam-me alerta.
Mas nada me afecta
Nada me afecta.
Pessoas morrendo para chegar a Meca.
Nada me afecta
Nada me afecta.
A avó protegendo a sua neta.
Nada me afecta
Nada me afecta.
Tudo à minha volta cai e desmonora-se,
Mas nada me afecta
Nada me afecta.
Sorrio porque sei que tudo vai e melhora,
e nada me afecta
nada me afecta.
___
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Poema aos monstros
Aplaudem, eles,
MONSTROS!
sapientes do mundo e de todas as coisas nenhumas.
Andam, eles,
altivos,
monstros,
Nas minhas costas são ratos
À minha frente, leões,
Mordam-me, monstros, Mordam-me!
Dêem-me de comer às multidões!
Riam-se de mim!
Riam-se da minha timidez embaraçada.
Batam-me, monstros, batam-me!
sou apenas uma velha, burra, e cansada.
Gritam à meia noite
Os novos monstros frustrados.
Aplaudem a vida com um açoite
e as suas almas vão morrendo aos bocados.
Matam-me, os monstros agora
e as velhas boas de outrora
aos poucos vao sendo,
atiradas borda fora.
( os monstros nunca hão- de morrer
pois vida longa devem merecer )
MONSTROS!
sapientes do mundo e de todas as coisas nenhumas.
Andam, eles,
altivos,
monstros,
Nas minhas costas são ratos
À minha frente, leões,
Mordam-me, monstros, Mordam-me!
Dêem-me de comer às multidões!
Riam-se de mim!
Riam-se da minha timidez embaraçada.
Batam-me, monstros, batam-me!
sou apenas uma velha, burra, e cansada.
Gritam à meia noite
Os novos monstros frustrados.
Aplaudem a vida com um açoite
e as suas almas vão morrendo aos bocados.
Matam-me, os monstros agora
e as velhas boas de outrora
aos poucos vao sendo,
atiradas borda fora.
( os monstros nunca hão- de morrer
pois vida longa devem merecer )
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Eu juro que não publico mais poemas!
"Rimanço" sem nome por Miúda do Armário
"As palavras apanham-se no ar
Destro-as e volto a montar
Faço construções rimáticas
Paradigmáticas
Disfuncionais
E anormais
Vulgarizo sentimentos invulgares
Complico o que não é complicado
Deixo as palavras se suicidarem
Do meu prédio amaldiçoado
Palavras negras e obscuras
Sentimentos perdidos e isolados
Palavras em sentido, sem curas
Milagrosas, para males e fados
Não junto palavras por encomenda
Não anseio preencher a fenda
Não entro nessa contenda
Dos poetas para revenda
Não faço poemas de amor
Vazios, cheios de ar
Apenas largo as palavras no mar
Porque a minha vida não é isto
E eu tenho mais que fazer"
"As palavras apanham-se no ar
Destro-as e volto a montar
Faço construções rimáticas
Paradigmáticas
Disfuncionais
E anormais
Vulgarizo sentimentos invulgares
Complico o que não é complicado
Deixo as palavras se suicidarem
Do meu prédio amaldiçoado
Palavras negras e obscuras
Sentimentos perdidos e isolados
Palavras em sentido, sem curas
Milagrosas, para males e fados
Não junto palavras por encomenda
Não anseio preencher a fenda
Não entro nessa contenda
Dos poetas para revenda
Não faço poemas de amor
Vazios, cheios de ar
Apenas largo as palavras no mar
Elas que se molhem
Eu fico só a verPorque a minha vida não é isto
E eu tenho mais que fazer"
sábado, 29 de novembro de 2008
Sem titulo 1 ( textos em rascunho 2)

Sem titulo 1 por Miúda do Armário
"Tenho a sensação de ser perseguida
De não ser ouvida.
No meio da Rua.
Tenho a sensação de ser ignorada,
Completamente chacinada
No meio da Rua.
E no meio da Rua,
Toda a gente recua.
Ouço fumo.
Vejo vozes distorcidas
Completamente corrompidas
Agora perdidas
Na minha cabeça.
Ouço o pulsar do alcatrão
Vejo o fechar do alçapão,
Por onde tenho de entrar.
E na Rua
vejo a multidão
De pé.
Em pé.
E eu deitada
No chão.
E tu onde estás?
Não me vens salvar?
Não me vens matar?
A mim?!?
Eu, que te matei tantas vezes.
Eu, que te falhei tantas vezes.
Eu, que estou sempre a falhar.
Um minuto, uma bala, apenas isso.
Um minuto, uma bala, não mereço isso?
Entretanto a multidão recua,
Deixando-me completamente nua.
Absorta no acto de esperar.
Deito-me agora no alcatrão,
Vejo o céu repleto de escuridão,
E ouço-te, finalmente, chegar. "
"Tenho a sensação de ser perseguida
De não ser ouvida.
No meio da Rua.
Tenho a sensação de ser ignorada,
Completamente chacinada
No meio da Rua.
E no meio da Rua,
Toda a gente recua.
Ouço fumo.
Vejo vozes distorcidas
Completamente corrompidas
Agora perdidas
Na minha cabeça.
Ouço o pulsar do alcatrão
Vejo o fechar do alçapão,
Por onde tenho de entrar.
E na Rua
vejo a multidão
De pé.
Em pé.
E eu deitada
No chão.
E tu onde estás?
Não me vens salvar?
Não me vens matar?
A mim?!?
Eu, que te matei tantas vezes.
Eu, que te falhei tantas vezes.
Eu, que estou sempre a falhar.
Um minuto, uma bala, apenas isso.
Um minuto, uma bala, não mereço isso?
Entretanto a multidão recua,
Deixando-me completamente nua.
Absorta no acto de esperar.
Deito-me agora no alcatrão,
Vejo o céu repleto de escuridão,
E ouço-te, finalmente, chegar. "
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Eu não escrevi um poema de amor...
Sim. É verdade, eu não escrevi um poema de amor. Acho que ali no titulo está bem explicito que não escrevi nenhum ( nem um versinho! ) reles e singelo poema de amor.
Mas também o que se esperava? Eu sou uma pessoa insensível, fria, calculista e sem coração.
[Mais concretamente com matemática!] )
Bem, visto eu, como já se pode observar, não ter escrito nenhum poema de amor, resolvi e isso sim, escrever um magnifico e belo poema, de tema oculto
"Tarte de ananás
Para o macaco comer,
Ele come e não se queixa
Desde que tarte continue a ter.
Sorve tudo de golada
Belo macaco mandrião
Aos dentes a tem colada
A tarte de massapão
Pode o macaco por
Na tarte o que quiser
O macaco não é de modas
Come tudo o que aparecer"
Não foi do mais belo que alguma vez foi escrito neste blogue?
Ah??
não ouço!!
Ei, tão alto não, que não sou surda!!!
Talvez um pouco...
AH BOM! eu também acho que sim...
( contagem decrescente para a minha, hÀ muito esperada, entrada no manicómio )
Mas também o que se esperava? Eu sou uma pessoa insensível, fria, calculista e sem coração.
( sim eu sei, pequen@ cientista autodidacta de 10 anos, toda a gente tem coração!
Mas eu não. Visto o facto de há coisa de 5 anos, ter sido mordida por um vampiro, que me transformou num assassino vampiresco da pior especie, e agora eu me dedicar a torturar crianças de 10 anos, com requintes de pura malvadez.
[Mais concretamente com matemática!] )
Bem, visto eu, como já se pode observar, não ter escrito nenhum poema de amor, resolvi e isso sim, escrever um magnifico e belo poema, de tema oculto
"Tarte de ananás
Para o macaco comer,
Ele come e não se queixa
Desde que tarte continue a ter.
Sorve tudo de golada
Belo macaco mandrião
Aos dentes a tem colada
A tarte de massapão
Pode o macaco por
Na tarte o que quiser
O macaco não é de modas
Come tudo o que aparecer"
Não foi do mais belo que alguma vez foi escrito neste blogue?
Ah??
não ouço!!
Ei, tão alto não, que não sou surda!!!
Talvez um pouco...
AH BOM! eu também acho que sim...
( contagem decrescente para a minha, hÀ muito esperada, entrada no manicómio )
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Noite
"Noite
Nós sentados na areia.
O mar brando bate na sombra,
No vento,
uma música que nos enleia.
Olhávamos em frente
Sem nunca falar,
Sem nunca trocar,
Um simples olhar,
Um simples brilho.
A noite embalava os sentimentos
Que circundavam em torno das rochas.
As nossas almas temiam lamentos.
Os nossos olhos pediam as tochas
Nós sentados na areia.
O mar brando bate na sombra,
No vento,
uma música que nos enleia.
Olhávamos em frente
Sem nunca falar,
Sem nunca trocar,
Um simples olhar,
Um simples brilho.
A noite embalava os sentimentos
Que circundavam em torno das rochas.
As nossas almas temiam lamentos.
Os nossos olhos pediam as tochas
Ardentes, que apenas existiam no olhar do outro.
Lua alta,
Brilhava no reflexo da espuma branca,
No reflexo dos teus olhos...
No reflexo dos meus...
Ao longe, o canto da sereia,
Teimava em aproximar os corpos,
que pondo fim ao sôfrego apelo,
se lançavam na epopeia...
na descoberta, de caminhos À muito descobertos por nós...
Era meia noite e meia
E nós, amor,
deitados na areia..."
Lua alta,
Brilhava no reflexo da espuma branca,
No reflexo dos teus olhos...
No reflexo dos meus...
Ao longe, o canto da sereia,
Teimava em aproximar os corpos,
que pondo fim ao sôfrego apelo,
se lançavam na epopeia...
na descoberta, de caminhos À muito descobertos por nós...
Era meia noite e meia
E nós, amor,
deitados na areia..."
>by: miúda do armário
(for the only person who listen my insanity)
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Sexta-Feira
É sexta-feira...a vida corre e nada se passa ... nada de extraordinariamente relevante acontece por aqui...
A vida corre á minha frente e eu sorriu ao vê-la passar.. por mim... apanho pedaços... nada me cança.. sinto-me leve...assim...
Dedico-me a escrever e entre tentativas falhadas, obscuras e cansadas encontro na minha mente um poema...
Menina dos olhos verdes cor do mar
Na areia fina, suavemente
Os teus cabelos claros, ao luar
Pairam no ar levemente.
A liberdade corre-te nas veias
És o mar, o vento, a lua
Prendem-se tempos nas tuas teias
Nesta terra que é só tua.
E de mais ninguém.
De dia, caminhas pelas lagoas, profundas,
Do teu mundo,
Á noite, vagueias pelo mais profundo,
Escuro.
O teu sorriso ilumina o meu mundo
O nosso mundo
Repleto de sonhos
Que nunca se chegam a realizar
Parados e sentados á beira-mar.
És a mais inocente das almas
No tempo repleto
De gente
Que de inocente,
Nada tem.
E que vagueiam tristemente,
Á tua espera
Á tua procura.
Ai a loucura! Toma conta de todos nós.
Loucos e tristes,
Eu sei que assistes
A tudo…
Nunca mais te vi,
Nunca mais te ouvi,
Nunca mais te sorri,
Nunca mais te senti,
Perto de mim.
Vou morrer
Sem
Te ver
Outra vez
(por miuda do armário)
Poema que escrevi sem sentir nada, sem pensar em nada simplesmente saiu de mim, louco e elouquente...
há dias assim, em que simplesmente não penso, apenas vagueio pelo mundo, pela vida...
E principalmente às sextas...
A vida corre á minha frente e eu sorriu ao vê-la passar.. por mim... apanho pedaços... nada me cança.. sinto-me leve...assim...
Dedico-me a escrever e entre tentativas falhadas, obscuras e cansadas encontro na minha mente um poema...
Menina dos olhos verdes cor do mar
Na areia fina, suavemente
Os teus cabelos claros, ao luar
Pairam no ar levemente.
A liberdade corre-te nas veias
És o mar, o vento, a lua
Prendem-se tempos nas tuas teias
Nesta terra que é só tua.
E de mais ninguém.
De dia, caminhas pelas lagoas, profundas,
Do teu mundo,
Á noite, vagueias pelo mais profundo,
Escuro.
O teu sorriso ilumina o meu mundo
O nosso mundo
Repleto de sonhos
Que nunca se chegam a realizar
Parados e sentados á beira-mar.
És a mais inocente das almas
No tempo repleto
De gente
Que de inocente,
Nada tem.
E que vagueiam tristemente,
Á tua espera
Á tua procura.
Ai a loucura! Toma conta de todos nós.
Loucos e tristes,
Eu sei que assistes
A tudo…
Nunca mais te vi,
Nunca mais te ouvi,
Nunca mais te sorri,
Nunca mais te senti,
Perto de mim.
Vou morrer
Sem
Te ver
Outra vez
(por miuda do armário)
Poema que escrevi sem sentir nada, sem pensar em nada simplesmente saiu de mim, louco e elouquente...
há dias assim, em que simplesmente não penso, apenas vagueio pelo mundo, pela vida...
E principalmente às sextas...
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