sábado, 16 de outubro de 2010
ahhh não tenho emenda
ahhhhh!! não tens não!
não mesmo?
nop.
não há cura?
para quê?
para mim ora.
cura para ti? não há como curar incuráveis.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
wie
gostava de cair, cair de uma ponte alta, simplesmente deixar-me cair, conseguir visualizar a minha queda e aproveitar todos os segundos que ainda restam.
morrer a ouvir o som das lagrimas a escorrerem dos teus olhos, dos teus olhos tristes, outrora risonhos que se deleitavam, quando olhavam para mim.
morrer a ouvir o som das lagrimas a escorrerem dos teus olhos, dos teus olhos tristes, outrora risonhos que se deleitavam, quando olhavam para mim.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
espera
Quando a espera se torna hábito, ganhamos uma espécie de resistência nos músculos..
bloco de pedra, bloco de pedra..
impede-nos de agir..
mover o corpo..
interagir,
até olhar, para o mais simples dos mortais, que se cruza connosco.
esperar, esperar, esperar, esperar
- esperas por alguém?
- não.
- esperas por algo?
- não.
- que o tempo porventura passe?
- não.
- então?! Então porque esperas?
- espero por mim. espero regressar. aguardo com toda a paciência, o meu regresso do universo dos pensamentos perdidos.
bloco de pedra, bloco de pedra..
impede-nos de agir..
mover o corpo..
interagir,
até olhar, para o mais simples dos mortais, que se cruza connosco.
esperar, esperar, esperar, esperar
- esperas por alguém?
- não.
- esperas por algo?
- não.
- que o tempo porventura passe?
- não.
- então?! Então porque esperas?
- espero por mim. espero regressar. aguardo com toda a paciência, o meu regresso do universo dos pensamentos perdidos.
sábado, 18 de setembro de 2010
se pudesse..
se pudesse odiava-te
se pudesse enervava-te
se pudesse ...
bem se pudesse, beijava-te, bejava-te neste momento
até que todos os nossos sentimentos se unissem num só.
se pudesse enervava-te
se pudesse ...
bem se pudesse, beijava-te, bejava-te neste momento
até que todos os nossos sentimentos se unissem num só.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
fome
tenho fome de ti
e mais não te posso dizer
porque ao dizer-te cairia
na tentação de morrer
por ti
e em ti.
sim, há muito que é dia
não é a toa que o digo
porque as horas voam entre os dedos
quando estou nas horas contigo.
e ao longe o vento voa
flores amarelas à leve brisa
de manhã
Ah! Já é de manhã.
a noite foi nossa, porém nossas
vozes eclodem numa ligeira ameaça
porque o dia voltou
mudou
assim como nós
especimes estranhos provindos
de um mundo diferente
deveras decadente
do qual nos expartiaram
para aqui
e aqui é dia
e o dia nunca foi a nossa rua.
tenho fome de ti
mas há muito que não temos casa
nem tão pouco paciência
insistência
para matar a fome
de nós
e de mim.
porque eu
também,
posso ter fome.
e ela disse:
se tens fome come
e eu comi
sabendo também
que ao comer
ficaria a saber
que já não terias
fome de mim.
e mais não te posso dizer
porque ao dizer-te cairia
na tentação de morrer
por ti
e em ti.
sim, há muito que é dia
não é a toa que o digo
porque as horas voam entre os dedos
quando estou nas horas contigo.
e ao longe o vento voa
flores amarelas à leve brisa
de manhã
Ah! Já é de manhã.
a noite foi nossa, porém nossas
vozes eclodem numa ligeira ameaça
porque o dia voltou
mudou
assim como nós
especimes estranhos provindos
de um mundo diferente
deveras decadente
do qual nos expartiaram
para aqui
e aqui é dia
e o dia nunca foi a nossa rua.
tenho fome de ti
mas há muito que não temos casa
nem tão pouco paciência
insistência
para matar a fome
de nós
e de mim.
porque eu
também,
posso ter fome.
e ela disse:
se tens fome come
e eu comi
sabendo também
que ao comer
ficaria a saber
que já não terias
fome de mim.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)